
O caso de auxílio-acidente tá ali, na sua frente, mas ninguém te ensinou onde olhar. Aí o cliente vai embora com um benefício que era dele por direito.

Quesito mal feito, laudo contrário e nenhuma impugnação decente. O processo morre na perícia e você nem entende direito o porquê.

Você trabalha muito, cobra pouco e ainda fica meses sem ver dinheiro entrar. Falta critério pra escolher caso bom e pra precificar.

Você depende de indicação e torcida. Sem prospecção, sem tráfego, sem posicionamento no nicho e a agenda fica vazia.






Ganham uma mentoria individual comigo, olho no olho. Irei sanar todas as suas dúvidas.
Ganham acesso à imersão presencial em Teresina “Imersão Estratégica em Benefícios por Incapacidade com Ênfase em Ações Acidentárias”.
Todo mundo que entrar leva meus cursos gravados e todos os produtos digitais gravados até o fim do ano.
Imagine quanto custaria montar isso por conta própria:
Dá pra somar, e é aí que mora o ganho. Muito cliente que chega com uma questão trabalhista tem, escondido no meio do caso, um direito a auxílio-acidente que ninguém enxergou. Você não precisa abandonar o que já faz — precisa aprender a identificar esse caso dentro da carteira que você já tem.
Na verdade é o cenário mais comum entre quem entra na mentoria. A aula 05 é justamente sobre como prospectar cliente nesse nicho, incluindo tráfego pago. Você não precisa chegar com demanda pronta, precisa sair sabendo gerar ela.
Não. Essa é exatamente a parte que a maioria dos advogados nunca teve aula nenhuma, por isso tem duas aulas inteiras com um fisioterapeuta forense convidado ensinando isso do zero, do jeito que um advogado precisa entender — não do jeito que um médico explicaria.
Previdenciário em geral, sim, está bem disputado. Auxílio-acidente especificamente, não é um benefício que a maioria dos colegas nem sabe identificar direito, muito menos sabe conduzir a perícia. É justamente por ser pouco dominado que ele ainda paga bem e tem pouca concorrência de verdade.